segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um iluminado

Finalmente li na íntegra o célebre discurso de Steve Jobs, tão citados nos últimos dias. É lindo!
Ele foi feito há mais de seis anos para uma turma de formandos da Universidade de Stanford e eu não me lembro de tê-lo lido na íntegra antes. Precisou seu autor morrer para que eu tomasse vergonha e o lesse.
Para ser sincera sempre soube o básico sobre Jobs e agora fico cada vez mais admirada com a sua genialidade, sua criatividade e capacidade de tirar lições tão positivas de episódios duros de sua vida.  Foi um iluminado e eu não poderia deixar de lhe render minha homenagem neste espaço meu na internet - um universo poderoso que ele ajudou a construir.
As três histórias do discurso de Jobs são belas: sobre ligar os pontos - uma coisa que a gente consegue fazer quando olha para trás; sobre amor e perdão, que aborda a questão da humildade, a possibilidade de começar de novo e amar o que você faz ( e procurar fazer o que você ama); e a última sobre a morte como um agente de mudança da vida.
Tudo isso bateu fundo em mim - como bateu e continua batendo na vida de milhões de pessoas em todo Planeta.
Quando ele fala sobre a decisão de se olhar todos os dias no espelho e perguntar "se hoje fosse meu último dia de vida, eu gostaria de fazer o que vou fazer hoje?", isso me tocou profundamente. "Se a resposta for `não` por muitos dias seguidos, sei que terei que mudar alguma coisa".
Difícil é encontrar a sua coragem, Steve, e ter o seu otimismo, a sua garra. De qualquer maneira, obrigada por tudo: por seus conselhos, seu exemplo, seus inventos!

2 comentários:

Chorik disse...

Martha, obrigado por suas visitas que muito me envaidecem. Minha resposta à pergunta defronte ao espelho é não faz tempo. Não tenho atributos que me qualifiquem a mudar de vida, nem inteligência, nem coragem, nem confiança. Fazer o que se ama me é sonho tão distante que já me esqueci do que seria. Bj

Martha disse...

Chorik, hoje de manhã estava conversando sobre isso com minhas duas filhas. Minha resposta também é "não", mas e daí? Cade a coragem para mudar, sair do que um amigo meu escritor chama de "conforto psicológico perverso"? E assim vou levando ... Mas, acredito que ainda sou um pouquinho mais otimista que vc... Bjs