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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Bombeiros

Hoje vou mudar um pouco o meu tema para não ficar monótona. Ando tão apaixonada pela música que só consigo falar de música, cantores, compositores ...
Afinal não é sempre que a gente tem o privilégio de conviver com pessoas tão ricas, bem informadas como o baixista e compositor Novelli (aquele do Clube da Esquina) e a cantora e compositora Simone Guimarães.
Fiz uma entrevista gravada com eles, que deve ser publicada no Diário de Cuiabá http://www.diariodecuiaba.com.br/ amanhã, tão interessante, tão profunda, que fico me coçando para adiantar aqui alguns pontos, mas não vou furar eu mesma, né?
Ontem, falando com duas de minhas irmãs ao telefone, elas me acharam animada e olha que ontem praticamente não saí de casa: almocei sozinha, fiquei trabalhando e só fiz uma caminhada no parque Mãe Bonifácia no fim da tarde. E mesmo assim foi um domingo gostoso!
É muito bom trabalhar nas coisas que a gente gosta, mas o meu dilema permanece: como pagar as contas (energia, telefone, comida, condomínio, gasolina, roupas, lazer, etc) com o dinheiro ganho honestamente como jornalista?
Mas, para ser fiel ao início do post, quero falar sobre o protesto dos bombeiros no Rio. Não acompanhei detalhes, mas estou a favor deles e irritadíssima com o governador Sérgio Cabral.
Como exigir de profissionais que trabalham no limiar da vida e a morte que dêem seu sangue ao estado em troca de um salário que não chega a R$ 1 mil? Esses políticos, do tipo do Cabral, são horríveis: não são eles que pegam no pesado na hora das grandes tragédias, como desabamentos, incêndios e enchentes. Eles só chegam no local depois que as coisas estão mais calmas para prometer ajuda que nem sempre vem, mas não pagam um salário justo a bombeiros, policias, professores, médicos e outros profissionais que realmente ajem para que as coisas funcionam razoavemente bem.
Espero que os bombeiros consigam seu intento. Todo meu apoio aos soldados do fogo!

sábado, 4 de junho de 2011

A noite vai ser boa ...

Recebi comentários interessantes a respeito do último post, no próprio blog e no Facebook.
Li-os, porém ontem não tive tempo de atualizar o blog. Trabalhei bastante no Diário de Cuiabá e saí correndo da redação para ir ao show de lançamento do CD "Cirandando" de Vera Capilé. Foi lindo!
Quando o destino natural parecia ser a minha casa resolvi de supetão correr para o Boteco da Mãe Joana, onde acontecia o show de Claudio Zoli. O show estava marcado para as 9h, já passava das nove, mas Deise Águena, cantora e amiga, achou que valia a pena tentar. Como eu tinha um ingresso de cortesia por causa de matéria feita na véspera, resolvi experimentar.
Foi ótimo, o show tinha começado atrasado e ainda conseguimos assistir a muitos números, inclusive, o artista cantava "Noite do prazer" ("A noita vai ser boa...") quando chegamos, número, aliás, que foi bisado ao final.
O lugar - o Boteco da Mãe Joana - é relativamente novo em Cuiabá e sui generis: uma casa enorme, com uma piscina no meio, que me lembrou o cenário do filme "Terra em transe" de Glauber Rocha (acho que é esse que foi filmado na casa do Parque Lage, no Rio). As donas, duas paranaenses recém desembarcadas de Curitiba, são muito simpáticas e animadíssimas, e meu amigo Epson, companheiro do Madrigal do Avesso, estava lá porque fez a abertura do show.
Quanto ao Zoli, fez um show decente, acompanhado de Samuel na percussão, mas o som e a disposição do espaço não ajudaram muito. Quando ele encerrou o show e o público pediu bis, Zoli convidou as pessoas a se aproximarem mais e dançarem e aí ficou bem mais gostoso. Ficou aquele clima gostoso de anos 80.
Hoje, daqui a pouco, tenho que ir para o Sesc Arsenal para ensaiar a música "Janaína" de Simone Guimarães e Novelli, que vamos cantar junto num arranjo feito às carreiras pelo maestro Carlos Taubaté. O povo do meu Madrigal vai cantar, assim como outros alunos do curso de técnica vocal dado por Simone.
Acho que vai ser uma delícia: cantar junto com dois músicos da pesada uma música linda e emocionante e ouvir Simone cantando ao  som de violão de Novelli.
Foi uma semana e tanto. E vou deixar para continuar num outro dia a discussão sobre o tema "Utopia".

PS. Quem tiver curiosidade para conhecer um trabalha maravilhoso e realmente revolucionário, leia amanhã no Ilustrado do Diário de Cuiabá matéria com o maestro Murilo Alves (http://www.diariodecuiaba.com.br/)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Novelli

Hoje é primeiro de junho, mês do meu aniversário, e vou passar por aqui correndo. Que dia cheio de novo! Mas foi bom! Recebi o dinheiro de um frila que estava meio enrolado, o que me dá um certo refresco.
Estou indo para o Sesc Arsenal daqui a pouco. Vai ter a continuação da oficina de técnica vocal com Simone Guimarães às 19h e às 18h tenho uma entrevista marcada com ela para o Diário de Cuiabá.
Ontem, após a oficina, vi um cara conversando com Estela Ceregatti, cantora e compositora cuiabana, e saquei que ele era o Novelli. Para quem não conhece, Novelli é um dos maiores baixistas brasileiros, um cara quente do Clube da Esquina, que naturalmente não teve a mesma projeção que outros de sua geração, como Beto Guedes, Toninho Horta e Milton Nascimento, por não ser cantor. Era um cara da cozinha e que cozinha!
Pois ele está em Cuiabá para tocar com a Simone no sábado. Falei para ele que eu tinha um disco histórico, o LP gravado em 1973 por ele, Beto Guedes, Danilo Caymmi e Toninho Horta, e tive que confessar minha predileção por este último. Acho que ele não se chateou (pelo menos, espero). A gente não escolhe nossas paixões, principalmente quando se tem 17 anos.