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quarta-feira, 27 de junho de 2012

De volta

Depois de passar dias sumida, retomo o blog. Saudades? Sim, geral. Da família que ficou no Rio de Janeiro, do clima ameno da cidade, daquela paisagem que me fascina.
Há uma semana eu vivia a expectativa da ida. Já fui e voltei. Foi muito bom: o reencontro com vários membros da família Baptista por conta de um casamento, o encontro com antigos colegas do Colégio Santo Inácio e o almoço com ex-colegas do Caderno de TV do Jornal do Brasil.
Cada um desses eventos merece um post especial (de preferência, com foto), que não será escrito agora, que ainda estou meio zonza do voo. Preciso de um banho frio e de uma boa noite de sono para estar apta a encarar a rotina de volta. Diga-se de passagem que minha rotina não é assim tão rotineira, mas amanhã quero começar o dia cedo com muito alongamento na aula de yoga, um pouco de esteira para queimar as gordurinhas acumuladas nas últimas semanas (começou com o meu aniversário).
Depois tenho uma entrevista marcada e preciso retomar para valer as matérias para a revista Corpo e Arte.
Tenho ainda que preparar a casa para receber a filha caçula e um convidado muito especial que vem com ela do interior de São Paulo.
Portanto, nada de tristeza ou arrependimentos. A vida segue e merece ser vivida intensamente.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Rumo ao Rio de Janeiro

Estou em contagem regressiva para viajar ao Rio.  Depois de amanhã, pego o avião rumo à cidade que é dona de boa parte do meu coração. Não foi lá que nasci, mas foi lá que vivi boa parte da minha vida, ou pelo menos, uma parcela fundamental dela: infância, adolescência, início da vida profissional e afetiva. 
É lá que vivem muitas pessoas da minha família e, como no sábado haverá um casamento da filha de meu único irmão (já falecido),  teremos um grande encontro da família Baptista. Não será tão concorrido quanto o do ano passado (o encontro "oficial", realizado em Campo Grande),  porém será bastante significativo já que estarão presentes seis das sete irmãs (inclusive, a mais velha) e  muitos sobrinhos, sobrinhos netos e bisnetos, incluindo Maitê, o membro mais jovem da família, e sua jovem avó Tetê, que não pode ir ao encontro de Campo Grande.
Além do casamento e outros eventos do entorno, terei dois encontros com amigos que não vejo há décadas: um deles com ex-colegas do Colégio Santo Inácio na noite de segunda-feira e outro com ex-colegas do Caderno de TV do Jornal do Brasil no almoço de terça-feira, no bairro do Leme, que tem cheiro de infância para mim (foi lá que peguei algumas das primeiras praias da minha vida, em companhia de minhas irmãs).
Well, estou mega feliz e me segurando para controlar a ansiedade diante da perspectiva de (re) ver "o meu Rio de Janeiro antes que um aventureiro lance mão" (Samba de Orly, de Chico Buarque e Francis Hime).
Fico meio preocupada com as coisas de trabalho que deixarei no ar em Cuiabá e estou tentando adiantar o máximo, mas o calor não ajuda, as lentes de contatos não ajudam, as fontes nem sempre ajudam, o trânsito não ajuda  ...
Mas está tudo caminhando bem e acho que mereço esse break, que tentarei aproveitar ao máximo. Vou deixar de aproveitar algumas coisas em Cuiabá (São João no Chorinho, show de Luth Peixoto no jardim do Sesc Arsenal, aniversário de um companheiro do Madrigal do Avesso), o que é bom para eu partir com sentimentos bons em relação à capital onde escolhi viver nos últimos nove anos (o tempo passa!) e que, de vez em quando, me tira do sério.
Quanto à Rio+20, já estará terminando, independentemente da minha presença na cidade maravilhosa, mas espero ver alguns ecos desse megaencontro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Meia noite em Paris

Sei que o assunto não é novidade, mas não resisto a comentar o filme "Meia noite em Paris", que consegui terminar de assistir ontem a muito custo.
Não sei o que aconteceu, mas o DVD rodava bem na locadora e não rodava no meu aparelho, embora eu tivesse visto outro DVD sem problemas na noite de domingo (alguém tem uma explicação para isso?). Mas eu já tinha sido fisgada pelo filme e não admitia parar de assisti-lo sem o final.
Ontem voltei para casa com o DVD testado e retestado na locadora e o problema se repetiu. O jeito foi acabar de assistir no notebook da minha filha.
Que filme delicioso! Eu seria capaz de assisti-lo mais vezes. Os diálogos são ótimos, os atores idem. Paris é sempre Paris e a trilha sonora também é uma delícia.
Eu me lembrei dos melhores filmes de Woody Allen a que assisti, entre eles, "A rosa púrpura do Cairo" (de 1985), com Mia Farrow, então mulher do diretor.
Sou da geração que cresceu assistindo a todos os filmes de Allen, que têm um tipo de humor e um ritmo muito peculiares.
Para quem ainda não assistiu a "Meia noite em Paris", fica a dica.  Não considero o filme pretensioso, mas ele tem sacadas maravilhosas, como o insight final do protagonista (interpretado por Owen Wilson, um ator que nunca me despertou grande empatia, mas que está ótimo nesse papel): o fato de algumas pessoas estarem sempre endeuzando uma época passada e achando que seriam mais felizes se tivessem nascido lá.
Valeu o esforço para ver!
Falando em passado, perdi um grande encontro anteontem no Rio: o primeiro chopp do ano de um pessoal bacana que não deixa cair a peteca da Turma de 1974 do Colégio Santo Inácio, realizando encontros regulares. O de anteontem parece ter sido especial por ter reunido algumas pessoas que não moram mais no Rio e também por ter coincidido com as comemorações de aniversário de um professor de História pra lá de especial: o Rossi, que fez 80 anos.
Ah, como eu gostaria de estar lá! Quem sabe num próximo !?!

O "clássico " professor Rossi: saudades de nossas aulas de História


terça-feira, 28 de junho de 2011

Encontros e despedidas

É engraçado essa coisa de amizades antigas. Estudei no Colégio Santo Inácio durante três significativos anos da minha vida (de 1972 a 1974). Para mim, o CSI representava um mundo novo a ser desbravado com suas centenas de exemplares de uma espécie que me assustava muito na época: meninos.
Recém-chegada de uma vida escolar em colégios de freiras exclusivos para meninas, eu era muito, mas muito tímida e tinha vergonha até de andar nos corredores no primeiro ano.
Com o tempo, fui me soltando e fiz grandes amizades - daquelas que quase ficam para sempre. Eu digo quase porque nenhum dos meus melhores amigos da época moram na mesma cidade que eu. Não vou citar nomes porque meus amigos podem não gostar, mas tem gente na França, em Brasilia, em São Paulo e até no Rio de Janeiro, que encontro eventualmente quando visito minha antiga cidade.
Recentemente reencontrei amigos e outros não tão chegados através do grupo da turma de 1974 do CSI no Facebook. De vez em quando, acabo me envolvendo em algumas conversas malucas, num ataque de saudosismo de uns e outros. Através do Face fico sabendo do sucesso de alguns e também fiquei sabendo da morte de alguns colegas.
Um deles foi muito próximo nos primeiros anos do CSI. Grande tocador de violão, namorou por algum tempo uma grande amiga e compartilhávamos fins de semana gostosíssimos numa bela propriedade em Teresópolis, regados a muita música, jogos de vôlei, sauna e piscina. Sempre achei esse nosso amigo muito precoce: ele tinha 16 anos e já tinha um filho. 
 Por razões que desconheço, eu  fui me afastando dele ao longo do curso, mas fui me aproximando cada vez mais de outros garotos que não eram da minha turma do Clássico e dos quais continuei amiga durante o tempo de faculdade. Cada um seguiu seu rumo e alguns desses amigos fizeram mestrado e doutorado fora do Brasil. Outros foram embora do país em busca de melhores oportunidades de trabalho e ficaram por lá.
Talvez a gente nunca mais se encontre, mas quero que todos saibam que ocuparam um lugar muito especial na minha vida. A vida é assim mesmo, cheia de encontros e despedidas, e espero um dia poder revê-los nem que seja para um chope à beira-mar. Saúde! 

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Os números & eu ou Cigarra x formiga

Acabei de constatar que estou escrevendo meu 600º post. Pelo andar da carruagem deverei chegar ao milésimo post - deixa-me ver ... - no primeiro semestre de 2012. Falta tempo! Isso se eu mantiver o ritmo atual de uma média de 20 postagens por mês. 
Isso não tem a menor importância e só estou "brincando" com números - quesito em que, aliás, sou péssima. Há poucos minutos estava pensando por que sou tão ruim de matemática se era tão boa aluna da escola, o que me leva à conclusão de que o estudo dessa disciplina na escola é ineficiente. 
Estudei em bons colégios e sou do tempo em que inventaram a tal da matemática moderna, que deu um nó na minha cabeça. Até hoje o que aprendi de História, Português, Geografia, Inglês e Francês na escola me é de grande utilidade no dia a dia, porém o mesmo não ocorre em relação ao que aprendi de Matemática, Física, Química e Biologia. É bem verdade que só tive um ano das três últimas disciplinas porque sou da época em que os alunos eram divididos pelo curso Clássico ou Científico, dependendo da profissão que pretendiam seguir. Ou seja, aos 14, 15 anos você já tinha a obrigação de saber que faculdade pretendia fazer. É claro que muitos mudaram de ideia ao longo do caminho (e outros mudariam ainda de rumo mesmo após o primeiro vestibular) e eu tive vários colegas que aderiram no terceiro ano à turma do Clássico (no Colégio Santo Inácio, o povo que optava por exatas ainda tinha que decidir se ia para o "Científico Engenharia" ou para "Medicina"). Detalhe: no ano do nosso vestibular inventaram o tal do Unificado e aí todos tivemos que fazer provas de todas as matérias, daí a inclusão das disciplinas de Física, Química e Biologia "pra inglês ver". Naturalmente quase todos nós, do Clássicos, tivemos notas baixíssimas nas provas dessas matérias ensinadas a toque de caixa.
 Bom tudo isso é para falar que tenho uma certa ojeriza a números, o que procuro racionalmente amenizar, já que acho a matemática fundamental para a administração de minha vida (principalmente financeira). 
Em compensação, adoro ler, escrever, aprender e ensinar línguas (português, inglês e francês). Em geral, essas habilidades são menos valorizadas financeiramente que outras, mas não consigo me ver trabalhando com números o tempo todo. Pelo contrário, estou cada vez mais avessa às contas. É curioso: descobri que para ser feliz, para mim, basta cantar. Parece simplório, né? E é. Mas tenho as contas a pagar, as filhas para acabar de educar, etc. Em suma, tenho que ser uma cigarra responsável ou uma formiga meio irresponsável.


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sobremesa

Chegou um dos momentos mais agradáveis do meu dia: hora de atualizar o blog, o que faço - com raras exceções - no pós-almoço. É como se fosse a sobremesa que não costumo comer (a não ser em dias de festa ou refeições de fim de semana e/ou férias).
Geralmente gosto de fazer isso quando estou sozinha, mas nem sempre é possível, por isso às vezes interrompo a redação para fazer alguma outra coisa. 
Como agora ...
Mas retomando o fio da meada, fico sempre feliz quando sei que alguém lê meu blog com assiduidade. O blog é o meu espaço - de reflexão e registro de aventuras, angústias, alegrias e decepções -, mas estarei mentindo se disser que não me importo se sou lida ou não. Escrevo basicamente para (me) compartilhar.
Nesse sentido fiquei especialmente feliz quando soube outro dia que um jovem da minha família é meu leitor assíduo. Não posso dizer seu nome aqui, nem lhe agradecer publicamente por essa deferência porque ele é tímido e talvez não gostasse de se ver assim exposto. Fiquei feliz porque soube que ele não é assim um leitor e, no entanto, gosta de ler meus pequenos textos. A gente tem pouco contato pessoal, mas aprecio a ideia de estarmos conectados virtualmente por meio do Cá entre nós. 
A internet, como já foi dito, é muito louca mesmo e tem esse poder: de (re) aproximar pessoas. Por falar nisso, aproveito para prestar  minha homenagem ao professor Vicente Paim, âncora do Núcleo dos Antigos Alunos do Colégio Santo Inácio, demitido há alguns dias do Colégio Santo Inácio (a demissão foi notícia até na badalada Coluna do Ancelmo em O Globo). Com seu trabalho de formiguinha, ele criou o site http://excsi.com.br/ e foi responsável por me reaproximar de alguns ex-colegas da turma de 1974, mantendo acesa a lembrança de ter pertencido a um dos melhores colégios do país. Fiquei tão chateada com a notícia que até sonhei esta noite com Paim e ex-colegas do Santo Inácio. 

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Filhos

É impressionante como Vinícius de Morais sabia transpor para a poesia sentimentos tão cotidianos
Outro dia recebi no boletim do Colégio Santo Inácio (somos ambos ex-alunos do CSI) uma poema lindo do poetinha a respeito da maternidade. Anteontem ouvi a personagem de Fernanda Montenegro dizer na novela "Passione", de Sílvio de Abreu:
"Filhos ... Filhos?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?..."
O trecho é de um poema com nome sugestivo (Poema enjoadinho) e não me sai da cabeça. Ter filhos, como disse há alguns dias para uma das minhas filhas, estressa! Traz muitas preocupações - e alegrias também! Mas "se não os temos, como sabê-lo?" 
É curioso que eu não pensava em ter filhos naquela idade em que as meninas conversam sobre quantos vão querer e que nomes terão. Mesmo assim tinha meus nomes preferidos. Hoje não consigo me imaginar sem minhas filhas!
Quando veio a maturidade e o amor arrebatador por aquele que se tornaria pai das minhas meninas, não pensei duas vezes. Estava meio cansada da vida de jornalista, dos "pescoções" e das incertezas da profissão numa cidade maravilhosa, porém crivada de problemas (enchentes, engarrafamentos, insegurança, etc).
Tive o meu momento "mãe integral", que foi gostoso, mas pouco a pouco fui retornando para a "vida normal": trabalho fora de casa, mudança para uma capital, engarrafamentos, insegurança, enchentes, seca ... E agora com duas preocupações extras: minhas filhas - e sem pai por perto (ele mora a mil quilômetros de distância).
Mais para a frente, provavelmente, virão os netos: mais alegrias e preocupações. É a vida! Se não quisermos sofrer, temos que optar por não viver. O difícil é conseguir manter o equilíbrio: não sofrer demasiado e saber multiplicar as pequenas alegrias. Às vezes consigo; às vezes, não.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Momento de devaneio: planejando as férias

Está cada dia mais difícil me concentrar a poucos dias do início das férias - o primeiro período de férias de verdade (com direito a 30 dias de descanso, com tudo que determina a lei). desde 2002 .É bem verdade que, por opção, vou voltar ao batente uns três dias antes por conta de uma viagem de trabalho (vale a pena o sacrifício, mas pretendo compensá-los - os dias trabalhados antes do fim das férias - mais à frente ...)
Não consigo deixar de pensar no que pretendo fazer no Rio e, entre os programas habituais (praia, idas à Lapa e aos quiosques da Lagoa), inclui a partir de hoje uma visita ao bairro da Urca por conta de uma reportagem lida numa revista da TAM encontrada na sala de espera do consultório do meu oftalmologista.
Sempre gostei da Urca (fiz meu curso de Comunicação perto do bairro, no campus da UFRJ da Praia Vermelha) e minha memória afetiva guarda visitas ao Pão de Açúcar (incluindo o Noites Cariocas, que funcionou lá nos anos 80), à Praia Vermelha propriamente dita (só pra olhar a paisagem) e uma excursão de colégio deliciosa ao Forte São João (com a turma do Santo Inácio). A Urca me lembra minha mãe, já falecida, talvez por causa do estúdio da extinta TV Tupi que funcionava lá no antigo Cassino da Urca. Agora quero percorrer a pista Cláudio Coutinho e já coloquei esse passeio na minha lista de prioridades.
Tem tanta coisa para ver no Rio, mas o tempo passa tão rápido quando estou lá. Minha programação deste ano inclui ida a oftalmologistas (para ver o lance do ceratocone), a um homeopata (para levar uma de minhas filhas) e um dia no Consulado norte-americano para tirar o visto. Inclui ainda uma ida a Barra Mansa, no interior do Estado do Rio, onde mora uma das minhas irmãs (para a festa do Natal), e a Sorocaba-SP ( para o casamento de uma sobrinha neta).
Ufa ... Tenho realmente que ficar esperta para fazer o tempo render, mas é férias... preciso descansar e relaxar.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Ritos de passagem

Ontem foi a formatura da minha filha caçula. Ela terminou o terceiro ano do ensino médio. Foi uma bela festa apesar de chuva torrencial que caiu sobre Cuiabá. Bons discursos, significativos, sobretudo o do professor de literatura, paraninfo de uma parte dos formandos, o professor Leão, que demonstrou na solenidade de colação de grau ter uma ótima sintonia com os alunos, mencionou grandes poetas como Manoel de Barros, citou versos conhecidos de canções da MPB e falou sobre a importância da família estar unida na busca da felicidade.
Uma menina, oradora da turma do 9º ano do ensino fundamental, filha de um casal de jornalistas de Cuiabá, foi a grande revelação da noite, com um discurso original, comovente e provocante. Brinquei com sua mãe na saída: "Será que ela vai querer ser jornalista?" Tomara, precisamos de jornalistas com textos tão criativos e que, ao mesmo tempo, tenham algo a dizer.
Depois da colação de grau, muita alegria, dança, bebidas (ah, como essa moçada bebe ...)
Para mim, tudo foi muito significativo. Esta semana, no Rio de Janeiro, teve um jantar comemorativo dos 35 anos da minha formatura de ensino médio, no Colégio Santo Inácio (CSI). Mais uma vez não pude participar, trocar figurinhas com os colegas cinquentões e brincar de se reconhecer depois de tantos anos sem se encontrar.
Como disseram todos ontem a formatura é mais uma etapa que se fecha na nossa vida. Agora, muitos desses jovens - no caso dos colegas da minha filha - vão fazer faculdade fora de Cuiabá e, talvez, se revejam apenas ocasionalmente, mas as amizades feitas quando temos 15, 16, 17 anos são tão bonitas e marcadas pelas descobertas e, sobretudo por sonhos em comum, pela possibilidade do se fazer que, na verdade, não acaba.
Por tudo isso - pelas lembranças, pela alegria e a emoção - , dedico hoje essa postagem a Marina, a formanda da vez, linda, cheia de vida aos 17 anos; a três amigas que marcaram especialmente a minha fase inaciana: Cristina, Mila e Cynthia. e alguns amigos, Augusto, Saboya, Albuca, Velho, Ventura, Rodolfo, Brandão, entre outros, que foram meus primeiros amigos, de verdade, do sexo masculino. Explico: nunca tive irmãos da minha idade, minha família sempre foi mais feminina do que masculina e até então eu estudava em colégios de freiras e só de meninas.
Os três anos que passei no Colégio Santo Inácio foram grandiosos!